terça-feira, 27 de agosto de 2013

Tsunamis

Tsunamis
Tsunami, denominação derivada do japonês que significa onda de porto, corresponde às ondas provocadas por deslocamento da crosta oceânica que empurra a massa de água para cima, além do deslocamento de terras e gelo ou impacto de um meteorito no mar.

http://2.bp.blogspot.com/-4-sAMQU0ceQ/T5nAeSESOEI/AAAAAAAAAOg/uRrJWMl0F9k/s640/1816152-5442-in.gifEm geral, um Tsunami é formado a partir de anomalias que provocam deslocamentos de uma enorme massa de água como terremotos, deslocamentos de massa continental, erupções vulcânicas ou meteorito, esse fenômeno pode surgir sempre que ocorrer acidentes geológicos de forma repentina na superfície marinha, que faz deslizar de forma vertical a massa de água.
Grande parte dos Tsunamis ocorre no Oceano Pacífico, no entanto, nada impede que aconteça em qualquer lugar e hora. 

Os Tsunamis são ondas gigantescas, existem estimativas de ondas com mais de 30 metros de altura e velocidade incrível de mil quilômetros por hora, a formação de grandes ondas ocorrem também a partir de terremotos continentais, um exemplo disso foi o Grande abalo sísmico do Chile, que resultou em mortes no Havaí, que, apesar da distância, foi atingido por ondas que migraram pelo Pacífico. 

Esse fenômeno natural é um perigo real e em muitos casos é difícil de prever, quando acontece certamente produz uma grande destruição, além de inúmeras mortes, diante disso é de fundamental importância a dispersão em todos os oceanos de equipamentos e sondas para identificar possíveis abalos e assim evacuar áreas para que pelo menos vidas humanas sejam poupadas, uma vez que prejuízos financeiros são inevitáveis nesse caso.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Biopirataria

Biopirataria corresponde à exploração, manipulação e transferência entre países de diferentes formas e espécies de seres vivos com finalidade comercial. Cientistas, muitas vezes enviados por empresas, apropriam-se do conhecimento dos nativos e também de seus recursos sem nenhum tipo de autorização ou pagamento. As zonas intertropicais do planeta abrigam grande parte da biodiversidade existente no globo e é justamente nessas áreas que se encontram os países subdesenvolvidos que geralmente não possuem uma fiscalização que garante a proteção de seus recursos naturais. Segundo estimativas, esse tipo de prática gera uma receita de algo em torno de 10 bilhões de dólares anual, o Brasil é responsável por 10% desse comércio. Há no Brasil diversos animais que são explorados, como é o caso da serpente jararaca que produz substâncias em seu veneno e que, a partir delas, são produzidos medicamentos destinados ao combate à hipertensão. Nos últimos anos um laboratório dos Estados Unidos retirou substâncias de um sapo nativo do Equador que gerou um anestésico capaz de superar a morfina, nesse caso a empresa de medicamentos gerou milhões em lucro enquanto que o país de origem do animal não obteve nem um tipo de receita. Na conferência Eco-92 aconteceu a Convenção da Biodiversidade que gerou o documento Estratégica Global para a Biodiversidade no qual ficaram definidas mais de 80 ações ligadas a medidas de preservação da diversidade biológica. Entre muitas dessas ações existe uma ligada à biopirataria que prevê pagamento por parte do explorador interessado ao país do qual está sendo retirado tal recurso biológico. Os países que praticam esse tipo de expedição foram contrários à medida, alegando que nem sempre os estudos geram rendimentos financeiros. Então, essa prática tem sido continuamente executada pelas grandes economias mundiais que deixam de ressarcir os donos dos recursos.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O consumo que destrói


A população mundial aumenta ao ritmo de cerca de 80 milhões de pessoas por ano. O impacto disso é visto no meio ambiente. Em toda a Terra, os lençóis freáticos cedem, os solos se tornam inutilizáveis, o calor aumenta, as geleiras derretem, o ar perde qualidade e os estoques de pescado começam a se esgotar. Analisando o cenário, é difícil não ficar alarmado. Será que a natureza vai conseguir suportar tanta gente? Para o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), João Carlos Nucci, a sociedade vai ter de encontrar outro estilo de vida, com menos consumo, se não quiser ficar sem os recursos naturais.          

Já somos quase 7 bilhões de pessoas. O planeta está conseguindo sustentar tanta gente?
Em termos globais, o que tem sido divulgado é que já ultrapassamos a capacidade de sustentação, não só do número de pessoas, mas do estilo de vida que elas levam. O consumo precisa ser revisto.

As nações chamadas desenvolvidas desmatam florestas, queimam carvão e petróleo e usam, em grandes quantidades, pesticidas e fertilizantes. Com mais pessoas no mundo, e essas práticas tornando-se mais intensas movidas por esse consumo, que previsões é possível fazer?
Existem hoje povos com problema de falta de água devido a esse crescimento (eu não chamo isso de desenvolvimento porque desenvolver é melhorar; já crescer nem sempre é sinônimo de melhoria). Enquanto as pessoas estão preocupadas com a falta de petróleo, há nações que sofrem por não terem algo essencial, que é a água. Com o aumento da população, do consumo e dos hábitos de vida que não respeitam os limites da natureza, a tendência é a situação piorar. O que devemos entender é que um povo sem água sofre não apenas porque não pode bebê-la em abundância. Se não há agua, não há como plantar, logo o alimento também fica comprometido. Sem água também fica impossível tratar os dejetos humanos, com isso vêm os problemas ambientais de poluição e os de saúde. Uma coisa afeta a outra.

Segundo a ONU, quase 1 bilhão de pessoas passam fome todo dia. Daqui a algumas décadas, haverá mais de 2 bilhões de pessoas nessa situação em países pobres. Dá para dizer que já está faltando alimento?
Não faltam alimentos, o que existe é a má distribuição deles. O problema é que, se para alimentar a todos, é necessário transportar a comida de um lugar para outro, estamos tomando mais medidas não sustentáveis. O ideal seria que cada povo, cada região, produzisse o seu alimento pelo menos para a sua subsistência. Porque é bastante arriscado uma cidade depender de alimentos que percorrem 100, 200 ou 300 quilômetros de distância para chegar ao seu destino. E é o que tem acontecido cada vez mais: cidades tendo que ir buscar recursos naturais, como água, e alimentos cada vez mais longe. Se algo acontece com o sistema de transporte, por exemplo, a cidade entra em colapso. Imagine essa situação em alguns lugares da África em que os povos não possuem nenhuma estrutura e dependem do que chega para poderem comer. É uma situação grave.

Existem cientistas que fazem previsões apocalípticas em relação à falta de alimentos e da água. O senhor acredita que a utilização abusiva do solo, a pecuária poluente e a escassez cada vez maior de água podem levar ao esgotamento dos recursos naturais?
Fazer previsões globais é caminhar na incerteza. Não há como precisar o que pode ou não acontecer. Por outro lado, se estamos vendo pessoas passando fome na esquina da nossa casa, isso quer dizer que já existe fome sim. Esta é uma das evidências de que algum problema não está sendo resolvido. Quando não temos mais espaço para fazer uma horta em casa, para mim isso também já é preocupante. Porque quer dizer que, para comermos, estamos dependendo de outros que estão produzindo para nós. Então não precisamos ir para a escala global para entendermos o cenário. As crises perto de nós já são gritantes e a sociedade não está conseguindo resolvê-las.

Que outros problemas causados pelo crescimento excessivo da população podem ser percebidos no nosso cotidiano?
O problema não está somente no número de pessoas. O mais grave é a grande quantidade de gente com hábitos tão ruins. Vão causar mais problemas 50 mil pessoas com rotinas que prejudicam o meio ambiente do que 100 mil vivendo em harmonia com a natureza. Além dos hábitos, o que vem acontecendo é que muitas pessoas que, por algum motivo, não conseguem sobreviver na região onde nasceram, estão migrando para outros locais. Com isso, várias cidades estão inchadas. Enquanto há municípios no interior com 40 mil habitantes, as capitais estão sobrecarregadas, muitas vezes com 2 milhões de habitantes, o que ultrapassa até mesmo a capacidade de gestão pública. Com tanta gente, as autoridades encontram dificuldades para administrar não só os recursos naturais, mas também a infraestrutura da cidade. Essa concentração, que não leva em consideração a capacidade limitada que o ambiente tem de acolher pessoas, também preocupa.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Rio+20


Você já deve ter lido na internet ou visto na TV que, em 2012, o Brasil será sede de uma importante conferência da ONU - Organização das Nações Unidas*: a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, apelidada de Rio+20*. Mas você faz ideia do que acontecerá durante esse evento? Do que ele representa para o nosso futuro?

Em junho, líderes dos 193 Estados que fazem parte da ONU, além de representantes de vários setores da Organização, se reunirão para discutir como podemos transformar o planeta em um lugar melhor para viver, inclusive para as futuras gerações. Uma grande responsabilidade, não é mesmo?

A ideia da realização dessa Conferência no Brasil foi do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, em 2007, fez a proposta para a ONU. E você sabe por que o evento recebeu o nome de Rio+20? Porque a reunião acontecerá no Rio de Janeiro, exatamente 20 anos depois de outra conferência internacional que tinha objetivos muito semelhantes: a Eco92, também promovida pela ONU, na capital fluminense, para debater meios possíveis de desenvolvimento sem desrespeitar o meio ambiente.

O evento rendeu a criação de vários documentos importantes - como a Agenda 21, a Carta da Terra e as Convenções do Clima e da Diversidade Biológica -, além de ter consagrado uma menina de - acredite! -, apenas, 12 anos.

Trata-se da pequena canadense Severn Suzuki, fundadora do movimento Eco - Organização Ambiental das Crianças, que ficou marcada na história da Eco92 ao juntar dinheiro, junto com três amigos - Michelle Quigg, Vanessa Suttie e Morgan Geisler* - para viajar para o Brasil e falar para os mais importantes líderes do planeta, na época. Em um discurso pra lá de emocionante, a menina pediu aos adultos mais respeito pelo mundo que eles deixariam para ela e suas futuras gerações. (Assista ao vídeo da apresentação de Suzuki na Eco92, no final deste texto).

Vinte anos depois, a Rio+20 reunirá os líderes de todo o mundo para fazer um balanço do que foi feito nas últimas duas décadas e discutir novas maneiras de recuperar os estragos que já fizemos no planeta, sem deixar de progredir. Mas pensar em alternativas para diminuir o impacto da humanidade na Terra não é responsabilidade, apenas, dos governantes: é nossa também. Afinal, todas as atitudes que tomamos no dia a dia - do tempo que demoramos para escovar os dentes ao meio de transporte que escolhemos para ir à escola - afetam, de alguma maneira, o planeta e, por consequência, nossa vida.

Por isso, no mesmo período da reunião oficial da Rio+20, o Rio de Janeiro sediará, também, a Cúpula dos Povos: um evento que contará com debates, palestras e uma porção de outras atividades, sobre os mesmos temas da Conferência da ONU, mas que serão promovidos por grupos da sociedade civil - como ONGs e empresas.

A ideia é que todos os setores da sociedade discutam, ao mesmo tempo, maneiras de transformar o planeta em um lugar melhor para vivermos. Afinal, a união faz a força, certo? E até mesmo quem estiver de fora dessas duas reuniões pode ajudar, pensando em maneiras de diminuir seu impacto na Terra. Que tal tomar banhos mais curtos? Ou desligar a TV, enquanto usa o computador e vice-versa? Pense em atitudes que você pode adotar para melhorar o planeta em que vivemos e compartilhe com seus amigos, pais e professores - e, também, aqui, com a gente! Você pode incentivar muitas outras pessoas a fazer o mesmo...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

entrevista


De que forma os agricultores entendem a agricultura sustentável?Esse é um conceito que precisa ser analisado sob diversos ângulos. Primeiro, ela tem que gerar lucro aos produtores rurais. Segundo, ela precisa ter sustentabilidade do ponto de vista ambiental. A agricultura sustentável também deve ter condições de cumprir suas obrigações sociais, impostas inclusive por leis. E os agricultores precisam cumprir a função social da terra, que é a de usá-la para algo, princípio que é constitucional.
Qual é a aplicabilidade de conceitos como agrofloresta e permacultura?Olha, eu não tenho muita experiência nessas áreas, mas são atividades como outras quaisquer. A agrofloresta visa lucro e controle ambiental, ora, eu não posso transformar o Brasil em uma floresta uniforme, não é? Tenho de preservar, fazer aglomerados com a finalidade específica de conservação. Mas tudo dentro do princípio de cumprir a função social da terra. Quanto à permacultura, desconheço esse conceito, nunca ouvi falar.
Nota do repórter: • Agrofloresta é um tipo de agricultura que mistura culturas agrícolas tradicionais com culturas florestais, sendo que muitas delas também aliam o conhecimento técnico atual com técnicas de antigos povos.
• Permacultura é um conceito que entende a idéia de sustentabilidade não apenas em relação ao meio ambiente, mas sim aos assentamentos humanos, construindo aldeias com sistemas ambientalmente, socialmente e financeiramente justos.
Que práticas agrárias nocivas ao solo estão sendo mais praticadas atualmente?No passado, e na maioria dos casos, o grande problema que enfrentávamos — e que não enfrentamos hoje — foi a adoção de uma tecnologia baseada em agricultura de clima temperado. Isso implicava na necessidade de arar e gradear a terra anualmente. Hoje, temos uma tecnologia que nos permite não precisar mais mexer no solo: o plantio direto. Essa foi uma revolução em relação à conservação do solo. Atualmente, você não vê erosão em uma área de plantio. Antigamente, você via voçoroca para todo lado. Por isso, falava-se que agricultura erodia o solo, hoje, é o contrário. O plantio direto é a prática agrícola mais adequada, principalmente nos cerrados brasileiros. Ela é muito útil mesmo!
Então, quer dizer que a maioria dos agricultores brasileiros praticam uma agricultura sustentável?Sim, hoje, o agricultor é muito consciente de suas responsabilidades. Muito. Seja na parte ambiental, produtiva ou social. Às vezes, ele não cumpre tudo por outras razões.
Quais razões?Às vezes, por problema financeiro: o agricultor não tem dinheiro em determinada época. Daí ele ficar impossibilitado de cumprir certos pré-requisitos, que já mencionamos aqui. A agricultura tem sucesso com a prática de alguns fundamentos. Primeiro, o agricultor tem que ter a terra. Segundo, ele precisa utilizar uma tecnologia adequada para produzir. Terceiro, ele tem que ter mão-de-obra capacitada, inclusive em práticas ambientais. Portanto, são necessários recursos financeiros, porque sem eles nenhum setor — hoje, no Brasil — é auto-suficiente em termos de capital de giro, investimentos e custeio. É preciso haver uma linha de crédito compatível, com juros adequados, e que o dinheiro chegue na hora certa, porque São Pedro não espera, não é? E tem outro fator que, para nós, é fundamental: a capacidade de gestão dos nossos empresários rurais.
E quanto às preocupações ambientais que envolvem a pecuária?O problema ambiental mais sério na pecuária, hoje, são os dejetos gerados pela suinocultura. E esse é um caso em que não há uma linha de crédito. Não há uma linha específica para cuidar de dejetos suínos. Deveria existir, e com juros subsidiados. Eu cito Brasília como exemplo. Aqui, todos os produtores participarão, de uma só vez, de um programa de biodigestores para dejetos suínos. Não podemos poluir as grandes bacias hidrográficas que existem aqui. Este é um projeto modelo.
Nota do repórter:
• Biodigestores são equipamentos usados para gerar biogás a partir de dejetos.
Como o consumidor pode saber se está consumindo artigos de produtores ambientalmente responsáveis?Nós estamos bastante atrasados nisso. Eu recebi, esses dias, na CNA, uma missão de deputados da União Européia e esse assunto foi muito abordado.
Por que estamos atrasados?É... tudo tem seu tempo. Os compradores sempre irão alegar que se importam com questões ambientais, pois há um apelo popular muito grande a esse respeito. Então, sei que temos que estar preparados, e isso passa necessariamente pela certificação de produtos. Teremos que certificar tudo no futuro.
E esse futuro, quando é?Brasília já está dando exemplo. Nossos produtores já trouxeram uma consultora japonesa para efetuar a certificação de produtos. Enfim, vamos começar.


retirado do PORTAL POSITIVO

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Código florestal


 Os diferentes regimes de  Codificação das leis florestais Em obra pioneira sobre o
 Direito Florestal brasileiro, o Magistrado Osny Duarte Pereira (Pereira, 1950, p.17)
 informava que, ao longo do tempo, a reconhecida necessidade de que o Estado, em
 diferentes Países, regulasse a proteção e o uso de suas florestas, promoveu
 a organização de suas leis florestais em Códigos: a intervenção do poder estatal variou segundo as tendências individualistas ou socialistas das respectivas Constituições.
 Nas palavras daquele autor,Observa-se, porém, que as (leis florestais) não intervencionistas
estão sendo gradualmente abolidas, não existindo mais nações que neguem ao Estado o poder de direta ou indiretamente, regulamentar a conservação e a reprodução das matas, inclusive em terras particulares.
  Após analisar as leis

domingo, 1 de abril de 2012

Prefeitura não liga pra cidade


17:11 31/03/2012

Aqui em Garanhuns a prefeitura não liga para o lixo jogado em ruas, casas abandonadas e hoje eu fui fazer caminha mais meu pai e minha mãe e vi que a prefeitura nem liga pra isso.
Mas que coisa feia os cidadãos não cuidarem da cidade os garis varem o lixo todinho... e quando voltam no outro dia está tudo sujo de novo que exemplo estamos dando para as crianças.
Nas escolas todos falam sobre como cuidar do meio ambiente e as crianças falam disso pros pais e os pais nem ligam pra isso. Me respondam isso é bonito ? O parque Euclides dourado tem pombos e árvores e isso é bom pro planeta.
 TODOS DEVEMOS CUIDAR DO PLANETA TERRA
 Seguindo o que esta escrito abaixo é possível cuidar do meio-ambiente ?
 1º Não lavar a calça da com mangueira, vare a calçada e depois lavar com a água da chuva
 2º Não jogar lixo no chão lugar de lixo é na lixeira
 3º Não poluir o ar
 4º Não derrubar árvores e se derrubar plante outra árvore
 Se a prefeitura fizesse isso a cidade estaria muito mais bonita

quarta-feira, 14 de março de 2012

A NATUREZA E O HOMEM


A NATUREZA E O HOMEM

Natureza, bela e perfeita criação de Deus,
Campos de magníficos esplendores
Frutos dos mais variegados sabores
Saciando a fome de crentes e ateus!

Natureza, presente único do Criador aos filhos seus,
No perfeito equilíbrio dos seus rigores,
Seja o frio inverno, seja o verão com seus calores...
Natureza, assinatura Divina nos próprios Céus!

O único ser que destoa desta gloriosa sinfonia,
É o ser humano em sua ganância desenfreada,
Levando de roldão a beleza imaculada,

Da criação Divina! O homem, em seu egoísmo aviltante,
Destrói a natureza, ao seu talante,
Esquecendo que, a agonia da natureza, será sua própria agonia!

Autor: Cláudio Luciano Oliveira Lins – sites do autor: www.garanhunsespirita.com.br e www.claudioluciano.blogspot.com

terça-feira, 13 de março de 2012

Danos ao meio-ambiente

Meio Ambiente - informações segundo o site http://www.worldometers.info/pt/ - acesso em 13/03/2012 às 20:05h (a atualização é instantânea!)
1.037.733
Florestas destruidas este ano (hectares)
1.397.069
Erosão de terra fértil este ano (hectares)
6.695.860.849
Emissões de CO2 este ano (toneladas)
2.394.525
Desertificação este ano (hectares)
1.954.008
Res.Tóxicos deitados no meio ambiente (ton)

sábado, 3 de março de 2012

Xote Ecológico

Não posso respirar,
Não posso mais andar,
A Terra esta morrendo,
Não dá mais pra plantar.
E, se plantar, não nasce.
Se nascer não dá.
Ate pinga da boa
É  difícil de encontrar.

Cadê a flor daqui?
Poluição comeu.
O peixe que é do mar?
Poluição comeu.
O verde onde é que está?
Poluição comeu.
Nem o Chico Mendes sobreviveu.




Musica de Agnaldo Batista e Luiz Gonzaga.